Felipe César - 04/05/09
O Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros foi feito por profissionais e especialistas da comunicação. Sua missão é a de preservar o jornalista e o profissionalismo na área. Resguardar a verdade, a informação e a apuração. Tem que ser seguido e respeitado por todos os profissionais do jornalismo.
Mas na prática não é bem assim que funciona. Os jornalistas são submetidos hoje a realizar seu trabalho na base da pressa. É a pressa pelo furo, pelo tempo de fechamento da edição do jornal, por todas as informações que chegam às redações, enfim, o jornalista vive correndo.
A última coisa que o jornalista tem na cabeça é a Ética. Para dar um furo jornalístico, realizar uma matéria investigativa, falar de celebridades, ter uma foto polêmica, o profissional de hoje não pode pensar em Ética, caso contrário, não realiza seu trabalho. O mercado é cruel.
Há algum tempo, o que manda nas redações são as vendas e a audiência, dane-se a Ética. Os estudantes de jornalismo aprendem na faculdade o Código de Ética e sua importância para o indivíduo e o jornalismo, mas sabe que no mercado de trabalho as coisas são bem diferentes do que o ensinado na Universidade.
Mas nem tudo está perdido. Não podemos nos basear no mercado de hoje. Nesse ponto é necessário olharmos um pouco para o passado. É só parar e pensar um pouco. Quem são os jornalistas referências para os estudantes hoje? Quais são os grandes jornais impressos? Os célebres radialistas? São todos profissionais das antigas que lutaram contra a ditadura, pela liberdade de expressão e pela democracia no Brasil. Clóvis Rossi, Juca Kfouri, José Silvério, Samuel Wainer, Elio Gaspari, Wladimir Herzog, entre outros, aprenderam a fazer jornalismo com Ética e respeito, e é neles que os estudantes tem que se espelhar. Conhecer as dependências do jornal O Estado de São Paulo é um dever de todo estudante de jornalismo, uma empresa que quase foi fechada pela ditadura militar e hoje é um dos maiores jornais do Brasil.
É nesse passado que todos nós, jornalistas ou estudantes, devemos seguir de exemplo. Esquecer a audiência, as vendas publicitárias, o jornalismo a qualquer custo, a fama, o dinheiro. Quem quer ser jornalista deve pensar na sua missão de informar, colocar a verdade acima de tudo, investigar com responsabilidade, apurar, ajudar a sociedade a construir um país melhor, divulgar e exercer a cidadania. O Código de Ética tem uma importância muito forte para a formação de um grande jornalista, que quer exercer seu trabalho com responsabilidade e respeito à sociedade.
É obrigação do jornalista seguir as práticas descritas anteriormente, e não esquecer o lado humano que todos nós temos. O mundo globalizado de hoje sente falta da humanidade, pois o que prevalece atualmente é nosso lado animal. Podemos mudar isso, ainda há tempo.
Mas na prática não é bem assim que funciona. Os jornalistas são submetidos hoje a realizar seu trabalho na base da pressa. É a pressa pelo furo, pelo tempo de fechamento da edição do jornal, por todas as informações que chegam às redações, enfim, o jornalista vive correndo.
A última coisa que o jornalista tem na cabeça é a Ética. Para dar um furo jornalístico, realizar uma matéria investigativa, falar de celebridades, ter uma foto polêmica, o profissional de hoje não pode pensar em Ética, caso contrário, não realiza seu trabalho. O mercado é cruel.
Há algum tempo, o que manda nas redações são as vendas e a audiência, dane-se a Ética. Os estudantes de jornalismo aprendem na faculdade o Código de Ética e sua importância para o indivíduo e o jornalismo, mas sabe que no mercado de trabalho as coisas são bem diferentes do que o ensinado na Universidade.
Mas nem tudo está perdido. Não podemos nos basear no mercado de hoje. Nesse ponto é necessário olharmos um pouco para o passado. É só parar e pensar um pouco. Quem são os jornalistas referências para os estudantes hoje? Quais são os grandes jornais impressos? Os célebres radialistas? São todos profissionais das antigas que lutaram contra a ditadura, pela liberdade de expressão e pela democracia no Brasil. Clóvis Rossi, Juca Kfouri, José Silvério, Samuel Wainer, Elio Gaspari, Wladimir Herzog, entre outros, aprenderam a fazer jornalismo com Ética e respeito, e é neles que os estudantes tem que se espelhar. Conhecer as dependências do jornal O Estado de São Paulo é um dever de todo estudante de jornalismo, uma empresa que quase foi fechada pela ditadura militar e hoje é um dos maiores jornais do Brasil.
É nesse passado que todos nós, jornalistas ou estudantes, devemos seguir de exemplo. Esquecer a audiência, as vendas publicitárias, o jornalismo a qualquer custo, a fama, o dinheiro. Quem quer ser jornalista deve pensar na sua missão de informar, colocar a verdade acima de tudo, investigar com responsabilidade, apurar, ajudar a sociedade a construir um país melhor, divulgar e exercer a cidadania. O Código de Ética tem uma importância muito forte para a formação de um grande jornalista, que quer exercer seu trabalho com responsabilidade e respeito à sociedade.
É obrigação do jornalista seguir as práticas descritas anteriormente, e não esquecer o lado humano que todos nós temos. O mundo globalizado de hoje sente falta da humanidade, pois o que prevalece atualmente é nosso lado animal. Podemos mudar isso, ainda há tempo.