Felipe C. Santos
Ao final do mês de setembro, mais precisamente no dia 28, o jornal Folha de São Paulo publicou uma denúncia sobre alunos de origem boliviana que sofriam agressões em escolas públicas.
Os alunos têm que pagar ‘pedágio’ para não apanhar, ou seja, dar dinheiro ou pagar um lanche da cantina aos alunos brasileiros. A violência foi revelada por professores e alunos.
Eu já presenciei adultos, muito bem educados, com o mesmo sentimento xenofóbico. E você, caro leitor, já deve ter-se deparado com alguma situação em que presenciou ou viveu algo semelhante em relação aos bolivianos.
O preconceito contra os bolivianos em nossa sociedade é forte e não vejo nenhuma autoridade pública tomar alguma providência ou medida para resolver a questão. Agora com crianças envolvidas será que alguém vai fazer alguma coisa?
Eu acredito que nada vai mudar. O caso vai ser investigado, talvez a direção da escola, localizada no Brás, será punida, mas não vai passar disso. Quero lembrar que essa doença chamada preconceito, na maioria das vezes, vem de casa, passa da família para os filhos.
O Brasil é o país que mais se desenvolve na América Latina. É comum nossos vizinhos virem tentar uma vida melhor por aqui. E é nossa obrigação recebê-los bem e dar exemplo.
Converse com seu filho. Veja se ele não passa por alguma violência na escola ou, se comete alguma. Se quisermos um mundo melhor para nossos filhos, é nossa obrigação ensiná-los a propagar amizade e fraternidade e, respeitar as diferenças, pois a diferença é o que há de melhor no ser humano.
Ao final do mês de setembro, mais precisamente no dia 28, o jornal Folha de São Paulo publicou uma denúncia sobre alunos de origem boliviana que sofriam agressões em escolas públicas.
Os alunos têm que pagar ‘pedágio’ para não apanhar, ou seja, dar dinheiro ou pagar um lanche da cantina aos alunos brasileiros. A violência foi revelada por professores e alunos.
Eu já presenciei adultos, muito bem educados, com o mesmo sentimento xenofóbico. E você, caro leitor, já deve ter-se deparado com alguma situação em que presenciou ou viveu algo semelhante em relação aos bolivianos.
O preconceito contra os bolivianos em nossa sociedade é forte e não vejo nenhuma autoridade pública tomar alguma providência ou medida para resolver a questão. Agora com crianças envolvidas será que alguém vai fazer alguma coisa?
Eu acredito que nada vai mudar. O caso vai ser investigado, talvez a direção da escola, localizada no Brás, será punida, mas não vai passar disso. Quero lembrar que essa doença chamada preconceito, na maioria das vezes, vem de casa, passa da família para os filhos.
O Brasil é o país que mais se desenvolve na América Latina. É comum nossos vizinhos virem tentar uma vida melhor por aqui. E é nossa obrigação recebê-los bem e dar exemplo.
Converse com seu filho. Veja se ele não passa por alguma violência na escola ou, se comete alguma. Se quisermos um mundo melhor para nossos filhos, é nossa obrigação ensiná-los a propagar amizade e fraternidade e, respeitar as diferenças, pois a diferença é o que há de melhor no ser humano.
Artigo publicado na Revista Em Família - 3ª edição