Homem e internet: um relacionamento que deu certo
Ao navegar pela internet, nos ‘orkuts’ da vida, e-mails, chats e blogs, vejo que a comunicação eletrônica evoluiu mais rápido que a comunicação pessoal.
As pessoas, e até eu (quem diria), se ‘soltam’ ao escrever mensagens na rede. A cautela que o ser humano possui ao falar pelo telefone, ou no “face to face”, desaparece no entreter da internet. Diria que é um fenômeno novo, mas não sei dizer o nome desse fenômeno.
Será que nós, ao escrever uma mensagem para alguém, seja no celular ou na internet, perdemos a timidez porque estamos em frente a uma máquina? Será que estamos confundindo o relacionamento humano de tal forma que nos relacionamos com nosso computador?
Não sei o que está acontecendo conosco, mas sei que estamos à beira de perder o contato de um para o outro. O sentimento de amizade e fraternidade está sendo, aos poucos, substituído pelo amigo virtual e irmão eletrônico. Cabe a nós medirmos os limites do prazer eletrônico, saber a hora de desligar o estabilizador, e dar um abraço naquela pessoa que temos muita consideração, afinal, a única coisa que vamos carregar na ida para o outro mundo são as lembranças, e não a caixa de e-mails ou depoimentos do Orkut.
Ao navegar pela internet, nos ‘orkuts’ da vida, e-mails, chats e blogs, vejo que a comunicação eletrônica evoluiu mais rápido que a comunicação pessoal.
As pessoas, e até eu (quem diria), se ‘soltam’ ao escrever mensagens na rede. A cautela que o ser humano possui ao falar pelo telefone, ou no “face to face”, desaparece no entreter da internet. Diria que é um fenômeno novo, mas não sei dizer o nome desse fenômeno.
Será que nós, ao escrever uma mensagem para alguém, seja no celular ou na internet, perdemos a timidez porque estamos em frente a uma máquina? Será que estamos confundindo o relacionamento humano de tal forma que nos relacionamos com nosso computador?
Não sei o que está acontecendo conosco, mas sei que estamos à beira de perder o contato de um para o outro. O sentimento de amizade e fraternidade está sendo, aos poucos, substituído pelo amigo virtual e irmão eletrônico. Cabe a nós medirmos os limites do prazer eletrônico, saber a hora de desligar o estabilizador, e dar um abraço naquela pessoa que temos muita consideração, afinal, a única coisa que vamos carregar na ida para o outro mundo são as lembranças, e não a caixa de e-mails ou depoimentos do Orkut.
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