Barack e Lula, alguma semelhança?
Assistindo pela televisão, ou lendo as mídias impressas sobre a campanha eleitoral para presidente nos Estados Unidos (EUA), fiquei surpreso com o carisma e simpatia que o candidato democrata Barack Obama realiza sua campanha.
O slogan da campanha do democrata é “Change”, “mudança” em português. Em seus discursos acalorados, cheios de pessoas aplaudindo e gritando a cada frase dita pelo candidato negro, me recordo da campanha do presidente Lula em 2001.
Não me refiro às pessoas de Lula e Obama, nem de suas biografias políticas, que são muito distintas. Mas sim da propaganda política, da campanha eleitoral. Vamos aos fatos: em 2001, Lula dava uma imagem de bom moço. Prometia não mudar a política econômica atual do país, mas comprometia-se à mudança. Uma verdadeira revolução social no Brasil, isso sem falar de seu carisma no país.
Barack Obama faz o mesmo. O candidato promete “to change” as políticas sobre o petróleo, o meio ambiente, as ocupações no Iraque e no Afeganistão, o sistema de seguro de saúde americano, ou seja, assegura-se que os EUA vai mudar com sua vitória nas urnas, uma verdadeira revolução. Conquistou a simpatia do mundo, ao contrário de seu rival republicano John Mccain.
Sou bem cético em relação à candidatura de Obama, tomei a vacina no final do ano de 2001, a vacina política. Não creio que os EUA vai mudar de uma hora para outra, ainda mais com essa crise econômica mundial. Mas torço por ele, afinal, o país que Obama quer representar significa muito para o mundo, quer gostemos ou não.
Assistindo pela televisão, ou lendo as mídias impressas sobre a campanha eleitoral para presidente nos Estados Unidos (EUA), fiquei surpreso com o carisma e simpatia que o candidato democrata Barack Obama realiza sua campanha.
O slogan da campanha do democrata é “Change”, “mudança” em português. Em seus discursos acalorados, cheios de pessoas aplaudindo e gritando a cada frase dita pelo candidato negro, me recordo da campanha do presidente Lula em 2001.
Não me refiro às pessoas de Lula e Obama, nem de suas biografias políticas, que são muito distintas. Mas sim da propaganda política, da campanha eleitoral. Vamos aos fatos: em 2001, Lula dava uma imagem de bom moço. Prometia não mudar a política econômica atual do país, mas comprometia-se à mudança. Uma verdadeira revolução social no Brasil, isso sem falar de seu carisma no país.
Barack Obama faz o mesmo. O candidato promete “to change” as políticas sobre o petróleo, o meio ambiente, as ocupações no Iraque e no Afeganistão, o sistema de seguro de saúde americano, ou seja, assegura-se que os EUA vai mudar com sua vitória nas urnas, uma verdadeira revolução. Conquistou a simpatia do mundo, ao contrário de seu rival republicano John Mccain.
Sou bem cético em relação à candidatura de Obama, tomei a vacina no final do ano de 2001, a vacina política. Não creio que os EUA vai mudar de uma hora para outra, ainda mais com essa crise econômica mundial. Mas torço por ele, afinal, o país que Obama quer representar significa muito para o mundo, quer gostemos ou não.
Um comentário:
Como no caso do Lula, o maior cabo eleitoral é o atual presidente. Ao meu ver, é nisso que baseia-se o "chance" ... se livrar do atual.
Agora, quanto o "chance" será de fato, compartilho seu descrédito, nem tanto pela nossa experiência aqui no Brasil, e sim pelo lugar que os EUA ocupa no mundo, que o prende à uma conduta de poder quase irredutível
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